• Aos tradutores e tradutoras, amigos e amigas, ilustres leitores desconhecidos, desejo um 2013 cheinho de belos projetos literários, textos fecundos, leituras agradáveis e traduções enriquecedoras.

    Que venham novos autores, que os clássicos sejam relidos e mesmo sob novas formas, que o livro esteja sempre em nossas vidas. Que seus conteúdos sejam sempre ricos e instigantes, que nos façam viajar, aprender e crescer.  

     

     

     

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  • Para tradutores que trabalham com textos científicos em língua francesa, eis aqui um site extremamente interessante e de grande utilidade: o site do Centro Nacional de Recursos Textuais e Lexicais (CNRTL). Criado em 2005 pelo Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), o CNRTL reúne em um site único um conjunto de recursos informatizados e de ferramentas de tratamento linguístico. Ele integra o recenseamento, a documentação, a normalização, o arquivo, o enriquecimento e a divulgação dos recursos. 

    A perenidade dos serviços e dos dados é garantida pelo apoio de diferentes centros de pesquisa de grandes universidades e do próprio CNRS assim como sua integração no projeto de infraestrutura europeu, o CLARIN. Excelente ferramenta para tradutores que encontram dificuldades com termos muito específicos a uma área determinada. 

    http://www.cnrtl.fr/

     

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  • Curso de tradução literáriaPara os tradutores que desejam se especializar na tradução literária, o Centre Européen de Traduction Littéraire é uma excelente opção mesmo para quem não mora na Europa. Essa escola fica em Bruxelas mas oferece, também, um excelente curso de tradução à distância.

    A formação proposta pelo CETL é uma especialização, o aluno deve possuir alguma experiência em tradução. O curso dura dois anos. No final do primeiro ano é feito um teste no qual o aluno deve obter pelo menos 14/20 para ingressar no segundo ano. No final do segundo ano, o aluno faz um outro teste e se obtiver a nota mínima de 14/20 ele é considerado apto a fazer uma monografia que pode ser concluída em até três anos. O curso é composto de ateliês e seminários. Os ateliês são aulas durante as quais são feitos exercícios de tradução na presença de profissionais competentes que corrigem, orientam e ensinam técnicas específicas à tradução literária. Os seminários abordam temas relacionados ao mercado da tradução e ao universo editorial e são ministrados por profissionais da área (tradutores, editores ou professores). Durante o ano são oferecidas aulas para a prática de tradução de legendas ou outros seminários em imersão total em uma escola localizada em Seneffe, pequena e agradável cidade belga próxima à Bruxelas.   

    Como moro na França, me inscrevi no curso à distância. O curso à distância obedece a essa mesma estrutura sendo que os ateliês são feitos pela internet. A escola envia textos por e-mail aos alunos que devem traduzi-los e reenviá-los para correção. Um tradutor experiente corrige o texto explicando a correção e orientando o aluno sobre os erros a serem evitados ou, de um modo geral, como o aluno pode tornar seu texto mais justo, mais elegante. Os alunos inscritos no curso à distância podem participar de três ateliês e três seminários por ano na escola em Bruxelas. Claro que esta participação não é obrigatória pois o curso à distância é praticado por pessoas do mundo inteiro. Uma das vantagens do curso à distância é poder manter um ritmo próprio e conclui-lo mais rapidamente. Uma outra vantagem são as correções e observações personalizadas, trabalhando assim suas próprias dificuldades e dúvidas.

    Todos os idiomas são trabalhados nesta escola. No caso do português, por exemplo, fui a pioneira. Os próximos lusófonos interessados vão encontrar uma rede já pronta de profissionais competentes. Porém, para entrar em contato com a diretora Françoise Wuilmart, suas mensagens devem ser redigidas em alemão, francês ou inglês. Françoise Wuilmart é a alma da escola, uma tradutora que obteve inúmeros prêmios de tradução e é apaixonada pelo seu trabalho.  

    Endereço para contato:  http://www.traduction-litteraire.com

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  • Antropologia e traduçãoMuitos se surpreendem com minha conversão profissional quando passei da antropologia à tradução por não conseguirem perceber um vínculo entre estas duas profissões. Eu, pessoalmente, vejo a evolução da minha trajetória profissional como uma evidência. O que seria a antropologia, ou pelo menos a antropologia cultural, senão a tradução de uma cultura em uma linguagem compreensível para uma outra cultura? E nesta categoria eu incluo não somente a cultura dominante de uma sociedade mas também uma certa cultura familiar, a cultura particular de uma determinada camada social ou mesmo aquela percebida em uma determinada empresa, objetos de estudo da antropologia contemporânea, entre muitos outros. Claro que essa é uma imagem redutora da antropologia, disciplina rica em noções e conceitos que são indispensáveis às Ciências Humanas em geral. Contudo, a atividade que exerço, hoje, reúne harmoniosamente as minhas duas paixões, aquelas às quais me dedico desde a adolescência: o francês, que comecei a aprender aos 15 anos de idade e o estudo de civilizações cujas ferramentas de observação e análise me foram fornecidas pela antropologia. Pois uma tradução literária ou científica vai muito além do conhecimento de dois idiomas. É necessário entender as diferentes tonalidades interpretativas que se escondem por trás de uma expressão, apreender o sentido dissimulado em um "falso amigo" ou mesmo o humor próprio a cada grupo particular que somente um conhecimento profundo do contexto no qual o texto a ser traduzido foi produzido pode revelar.

    A maioria dos meus amigos sabem que durante muitos anos busquei um equilíbrio pessoal através de diversas atividades profissionais. Hoje posso dizer com convicção que o encontrei.  

    http://data0.eklablog.com/lineimar/mod_article57895053_5081349116399.jpg

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  • Dia 30 de setembro, dia do tradutorDia 30 de setembro é comemorado o Dia do Tradutor. Esse ano, o Centro Europeu das Associações dos Tradutores Literários promoveu um concurso internacional de curtas metragens intitulado Spot the translator, a fim de divulgar o trabalho do tradutor, mostrando as dificuldades e os desafios que encontramos cotidianamente assim como a importância de nosso papel na literatura. A criatividade dos participantes tornou a escolha difícil. O primeiro prêmio foi dado ao vídeo Texts don't translate themselves pela simplicidade e clareza de sua mensagem e o segundo prêmio ao curta A tradução é um trabalho difícil mas alguém tem que fazê-lo, que aborda as dificuldades as quais são confrontados os tradutores por um ângulo cômico. Ambos são excelentes. Julguem vocês mesmos:

    http://www.youtube.com/embed/SmkiDwzVY8w

    http://player.vimeo.com/video/48692107?title=1&byline=1&portrait=1

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