• Portfólio

      Traduções publicadas 

    Traduções publicadas

    Traduções (do francês para o português) :Traduções publicadas

    Sociologia das religiões, Jean-Paul Willaime, Editora Unesp, São Paulo, 2012.

    O gênero nas Ciências Sociais - releituras críticas de Max Weber a Bruno Latour, sob a direção de D. Chabaud-Rychter, V. Descoutures, A-M. Devreux e E. Varikas, publicado em co-edição entre as editoras da UNESP e da Unb, 2014.

    O Pão e o Circo - sociologia histórica de um pluralismo político, de Paul Veyne, Editora UNESP, São Paulo, 2015.

    Darwin e a evolução explicada a nossos netos, de Pascal Picq, Editora UNESP, São Paulo, 2015. 

    Versões (do português para o francês):Traduções publicadas

    Fraudes électorales au Brésil : au-dessus du bien et du mal, César Barreira, in « Usages sociaux de l'imaginaire et de la mémoire au Brésil et en France », Presse Universitaire de Lyon, coleção CREA, 2001, páginas 31-48.

    PortfólioLa colonisation du Brésil : marques de douleur et de résistance, Neyara Araújo, Revista Textures n° 7 do Centre d'Etudes Méditerranéennes Ibériques et Ibéro-Américaines, Universidade Lumière, 2000, páginas  21-25.

    Mémoire et imaginaire du travail au Brésil, Neyara Araújo, in "Usages sociaux de l'imaginaire et de la mémoire au Brésil et en France", Presse Universitaire de Lyon, coleção CREA 2001, páginas 107-118.

    La textualisation de la mémoire et la (ré)invention des traditions luso-afro-brésiliennes dans l’Ubamda portugaise, Ismael Pordeus, in Usages sociaux de l'imaginaire et de la mémoire au Brésil et en France", Presse Universitaire de Lyon, coleção CREA 2001, páginas 121-138. 

     

    PortfólioTradução e versão (projeto bilingue):Portfólio

    Os Caminhos dos sonhos / Les Chemins des Rêves, de Ana Gabriela Castro e Jean-Jacques Sanchez, Fondation d'Entreprise Air France. 

    Revisão de uma tradução feita do francês para o português:

    Renascimento do acontecimento - Um desafio para o historiador: entre Esfinge e Fênix, Françoise Dosse, tradução de Constancia Morel, Editora Unesp, 2013.

                               

     

     

     

    Publicações de minha autoria

    Encontram-se aqui as referências dos meus principais artigos publicados. Alguns podem ser lidos online em um clique. Boa leitura: 

    Le Brésil aurait 500 ans, Le Monde Diplomatique, Paris, maio de 2000.  

    Le temps de la politique au Brésil, revista da ARA - Association Rhône-Alpes d'Anthropologie, número 47, Lyon, outono-inverno de 2000.

    Les autres 500 ans, revista Textures n° 7 do Centre d'Etudes Méditerranéennes Ibériques et Ibéro-Américaines, Departamento des Línnguas Romanas da Universidade Lumière, Lyon, 2000.

    L'institution imaginaire de la non-citoyenneté au Brésil : l'individu et la personne, páginas 73-83, in Usages sociaux de la mémoire et de l’imaginaire au Brésil et en France, Presse Universitaire de Lyon, coleção CREA 2001. 

    Les élections au Brésil : les rites du sacré moderne, páginas 151-162, Brasilités actuelles: paradoxes et contradictions, Coleção Cahiers du GELA-IS n° 2, Paris, L'Harmattan, 2002. 

    A imprensa como criadora de caso e consenso, páginas 74-77, Democracia Viva, número 13, Ibase, Rio de Janeiro, 2002.

    Essa terra ainda vai cumprir seu ideal, revista virtual Author, numéro 11, maip de 2002. 

    Prática e discurso na transmissão do conhecimento no Brasil, Revista de
    Ciências Sociais da Universidade Federal do Ceará, Brasil, mai 2002.

    Livros autopublicados 

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    O mito da raça pura na Coreia do Sul, 119 páginas, Clube de Autores, 2011. 

    Em 2007, eu e minha família nos instalamos na Coréia do Sul onde vivemos durante dois anos e meio. Foi minha primeira experiência asiática. Para uma antropóloga como eu, foi uma enorme descoberta, esse país se apresentava como um campo de estudos quase virgem, pois a abertura de suas fronteiras era relativamente recente. Com exceção dos americanos presentes desde o fim da guerra, os coreanos tinham pouco contato com o exterior. Dentre as suas diversas particularidades culturais, uma descoberta chamou muito minha atenção: os coreanos acreditam ser uma raça pura. Sendo oriunda da sociedade brasileira considerada por especialistas a sociedade mestiça por excelência, interessei-me por este aspecto que considero central na sociedade coreana. No momento em que o mundo fervia e vivenciava a criação de novas sociedades através de um processo de mestiçagem cultural, linguístico e étnico, principalmente durante as grandes descobertas marítimas, os coreanos fechavam suas fronteiras e consolidavam uma forte solidariedade interna. Buscando os elementos simbólicos de sua coesão social no mito de origem personificado pela imagem de Tangun, o pai fundador, a crença na pureza de sua raça se consolidou, fazendo-os acreditar que pertencem, todos, a uma mesma linhagem de sangue. Foi essa perspectiva que eu me interessei em verificar, principalmente hoje, quando os membros do antigo Reino Ermita, que se protegeu do contato com o exterior durante séculos, são obrigados a estabelecer relações com os estrangeiros que se instalam, cada vez mais numerosos, em seu próprio território.

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    Memórias de uma suburbana dura que decidiu morar na Europa, 124 páginas, Clube de Autores, 2016.

     

    Em 1992, sob o governo Collor de Mello e uma inflação de 80% ao mês, deixei o Brasil sozinha, sem nenhum contato no exterior e com mil dólares no bolso, para morar e estudar na Europa. Vivi aventuras incríveis, belos encontros... e muitos transtornos.

    É esse relato que venho contar aqui, com uma ponta de humor e muita sinceridade.

     

     

    PortfólioO Brasil para inglês ver, 149 páginas, Clube de Autores, reedição 2018.

    Este livro é parte da minha tese de doutorado em antropologia política e tem como tema central as eleições presidenciais no Brasil. Contudo, não me interessei pelo funcionamento do sistema político-partidário brasileiro, mas usei a campanha eleitoral como um rito revelador dos valores que codificam e organizam nossa hierárquica sociedade. Tentei me introduzir no emaranhado de significados que orientam o modo como o brasileiro percebe sua própria sociedade e legitima, através do voto, práticas políticas seculares dissimuladas sob a aparência de uma suposta modernidade democrática. Quando surgiram tais significações? Por que elas se mantêm inalteráveis apesar de uma intensa dinâmica social? Que evento fundador fez emergir o sentido que justifica uma estrutura social injusta e moldou os contornos do que entendemos hoje como Brasil? Foram questões como essas que tentei responder aqui.