• Tradução editorial

      

    Tradução editorial

    Desde que decidi me dedicar integralmente à tradução, tenho pesquisado e lido muito à respeito dessa profissão. Tenho percebido o quanto ela é versátil, muitos tradutores podem inclusive não reconhecerem-se em aspectos diferentes de um trabalho que permance, contudo, fundamentalmente, o mesmo. Digo isso porque percebi que estou tornando-me uma tradutora editorial. Embora não seja a especialização da tradução mais bem paga, é a que melhor me corresponde, em particular nesse momento da minha vida. Apesar de termos um prazo determinado por contrato para terminar a tradução de um livro, não temos aquela pressão cotidiana que ocorre quando trabalha-se para agências ou mesmo para clientes diretos que precisam, quase sistematicamente, de seus trabalhos para "ontem" e que uma pessoa não-competitiva como eu tem dificuldade em suportar. E mesmo que eu tenha, até então, traduzido livros da minha área, as ciências humanas e sociais, tenho conhecido novos autores e descoberto temas ricos e interessantes, como o livro que acabei de terminar. Falarei sobre ele mais tarde, quando já tiver sido publicado. Porém, devido à necessidade de uma grande concentração e a impossibilidade de fazê-lo sem uma distância crítica para uma releitura que somente o tempo permite, não é um ramo da tradução que pode ser exercido por aqueles que dependem financeiramente exclusivamente disso. Geralmente ela é exercida em paralelo por professores ou áreas afins. Quanto ao livro sobre o qual falarei no decorrer desse ano, ele me permitiu superar o rude inverno alsaciano com bom humor e satisfação.

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  • Commentaires

    1
    Mercredi 6 Février 2013 à 13:45

     Adorei o texto minha amiga!! beijao grande!

     

    Parabens pelo sucesso!!

     

    Ana

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